Recompensa e garantia de qualidade conferidas ao autor
e à sua obra literária

Tudo
é válido, quando o pensamento, as ações e as intenções forem bem dirigidas. Com
isso, estão incentivando a produção literária com a objetividade propugnada.
Propugnando estão o surgimento de novos autores, já que os atuais não têm
conseguido também fazer nenhum rugido além das fronteiras. Nem os autores
amadores nem os profissionais. Exceto Paulo Coelho.
A
reduzida repercussão literária dos autores nacionais não vai, pois, além das
fronteiras. Este fato é constatado pelas listagens dos melhores livros editados
no mundo, segundo diversas fontes. Em nenhuma delas há referência de algum
livro ou de algum autor brasileiro. Isto significa que não há nenhum autor
nacional digno de figurar entre as obras de vulto do cenário mundial da
literatura? Várias justificativas vêm à tona. Mesmo assim, um pouco de verdade
deve persistir.

De
outra forma, os juízes – pessoas que analisam e julgam os textos nos concursos
– podem não dispor de tempo suficiente para a tarefa na sua extensão, porque o
trabalho exige muito esforço e capacidade cultural específica. Fica a dúvida
quanto aos resultados que poderão advir com essa promoção.
Finalmente,
que fazer com 99% dos textos não premiados dos concorrentes eliminados?
Devolver? Nem pensar. Impossível. Portanto, seguem para o lixo. São tantas
fantasias de concorrentes destinadas ao lixo.
Eis
a questão. Melhorou em alguma coisa a cultura literária do país com todo esse
empenho? Em confrontação, nenhum escritor brasileiro alcançou ainda o prêmio
maior da literatura universal: O PRÊMIO NOBEL.
PRÊMIO NOBEL DE LITERATURA

A
Academia Sueca é quem escolhe esse escritor e o anuncia no começo do mês de
outubro de cada ano. Este é o maior e mais distinto prêmio que um escritor pode
almejar dentro do ramo da literatura.
E
nenhum escritor brasileiro chegou lá.
O
primeiro escritor premiado pelo Prêmio Nobel de Literatura foi o francês Sully Prudhomme, em 1901, em
reconhecimento à sua composição poética de idealismo elevado, da perfeição
artística e das qualidades do coração e do intelecto. Depois dele, outros 109
escritores foram laureados com esse prêmio.

Em
língua portuguesa, em 1998, apenas José Saramago (1922 – 2010) Portugal foi
agraciado com esse prêmio.
Como
se vê, o Brasil ainda não subiu ao pódio literário na Suécia, embora haja 194
academias de letras em funcionamento no país. Além dessas academias, há
associações, instituições e agremiações que têm por objeto os estudos e a
produção literária. Além disso, uma população de mais de duzentos milhões de
habitantes é configurada por possuir representantes literários ainda não
considerados dignos de receber essa láurea. Há de ser reconhecer.